•  Dicas que irão te ajudar a ter um bem estar maior no trabalho
  • Conquistando a confiança dos consumidores e conseguindo melhores margens de lucro
  • A importância de ser um chefe que seja um exemplo para sua equipe.
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0 10 pensamentos que podem ajudar você a enxergar melhor o mundo

04 maio 2014 Marcadores: , ,



1. BBBs conquistam fama, mas não o sucesso.

2. Não é verdade que para crescer profissionalmente é necessário abandonar a família.

3. Ricos não são pessoas más e pobres pessoas boas. Há rico de tudo quanto é tipo, assim como há pobre de toda espécie.

4. O capitalismo não é o culpado pela desgraça da humanidade. A desgraça da humanidade é fruto dos próprios seres humanos abraçados com seu egoísmo.

5. Socialistas não são menos egoístas e nutrem suas ambições ideológicas com a mesma voracidade que se consomem num shopping center numa promoção de Natal nos EUA.

6. Diploma não garante sucesso, mas aumenta suas chances de alcançá-lo. Chances maiores não garantem o sucesso, assim como chances menores não excluem os mais criativos e determinados.

7. Em mais de 20 anos treinando e formando executivos, tenho observado que os melhores resultados, na maioria das vezes, não vêm dos mais talentosos, mas sim dos que melhor dominam suas habilidades emocionais.

8. O Brasil é um excelente mercado para se construir um negócio promissor, apesar de sua burocracia burra e da grande tolerância que a população tem com os corruptos e gestores de serviços públicos de péssima qualidade, pagos às custas de altos impostos.

9. A mentalidade de um indivíduo determina seu comportamento. O comportamento determina a criação de novos hábitos. Os hábitos determinam os resultados em todos os setores da vida. Logo, os resultados de um indivíduo são o espelho de sua forma de pensar.

10. Compartilhar conhecimentos não tem preço. Desejo que você um dia experimente, depois de ter chegado ao topo, colaborar com as novas gerações.

Publicado originalmente no site Geração de Valor por Flávio Augusto 
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0 Alcançando bons resultados

23 março 2014 Marcadores: , ,
"Comportamentos negativos o levam ao fracasso enquanto comportamentos positivos o tornam um grande e eficaz líder. Para conseguir extrair o máximo de sua equipe você precisa se comportar de maneira correta"
Seguir corretamente os passos não é o suficiente para se transformar em um líder. O mundo está cheio de líderes que são comunicadores eficazes, que sabem ouvir, que possuem boas ideias mas que falharam. O que você  precisa é: bons resultados, isso é o mais importante.

Para conseguir extrair o máximo de sua equipe você precisa se comportar de maneira correta. Se suas atitudes forem negativas, terá resultados negativos e medíocres. O que você tem de fazer é se perguntar à si mesmo "Quão positivas são minhas atitudes perante meus liderados ?". Aqui segue uma lista dos comportamentos negativos (que o torna medíocre) e dos comportamento positivos (que o torna um líder com bons resultados):


Comportamentos negativos:


  • Ignorar valores
  • Exagerar na burocracia
  • Não alcançar metas
  • Começar devagar
  • Relutar em mudar
  • Prometer e não cumprir
  • Não ter foco
  • Culpar os outros
  • Administrar mal seu tempo



Comportamentos positivos:


  • Viver conforme valores
  • Ser um empreendedor
  • Superar metas
  • Ser decidido no começo
  • Abraçar a mudança
  • Fazer o que você diz
  • Ter foco bem definido
  • Gerenciar segundo os fatos
  • Buscar soluções ao invés de culpar
  • Orgarnizar-se



HELLER, Robert. Business Masterminds: Jack Welch. Londres: Dorling Kindersley Limited, 2001.




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0 Ruanda cresce, ganha apelido de "Singapura Africana" e prova mais uma vez que a liberdade econômica gera prosperidade

25 janeiro 2014 Marcadores: , ,
Kigali ou Quigali é a capital e maior cidade de Ruanda.
Ruanda é um pequeno país terrivelmente pobre situado bem no centro do continente africano, é o país mais densamente povoado da África, não possui saída para o mar e é rodeado por outros países igualmente pobres. Recentemente o país passou por conflitos étnicos e recebeu atenção mundial em 1994 devido à um genocídio que matou mais 800 mil pessoas.

Assim como os demais países que passaram por situações deste tipo, sua economia ficou em frangalhos e sua situação social se tornou calamitosa.

Desde então porém, o combate à corrupção e a criação de um ambiente favorável aos negócios e ao capital externo está fazendo a economia se recuperar de forma tão promissora que alguns já o chamam de "A Singapura Africana".
fonte: http://www.economist.com/node/21548263


Em 2009, uma reportagem da rede de notícias CNN classificou Ruanda como tendo a história de maior sucesso do Continente, tendo alcançado estabilidade, crescimento da economia (a renda média triplicou nos últimos dez anos) e integração internacional. Em 2007, a revista Fortune publicou um artigo intitulado "Why CEOs Love Rwanda" (Por que os CEOs amam Ruanda, em tradução livre).

A capital, Kigali, é a primeira cidade africana a ser galardoada com o Habitat Scroll of Honor Award, em reconhecimento de sua "limpeza, segurança e conservação do modelo urbano".



O PIB de Ruanda foi um dos que mais cresceram no mundo em 2012, com uma alta de 7,7%. Nos anos anteriores uma taxa semelhante foi registrada: 8,6% em 2011 e 7,2% em 2010. O país vem mantendo uma taxa de crescimento semelhante desde 2003. A inflação também voltou para a casa de um dígito desde então.


O país foi classificado pelo Banco Mundial como o 52º país do mundo em ambiente para negócios. (O Brasil é somente o 130º) Também segundo o Banco Mundial, o país atingiu tais resultados através de várias reformas estruturais e institucionais, iniciadas a partir de 2000, que fortaleceram o setor privado e facilitaram o comércio externo. 

Segundo a descrição dada pelo CIA, The World Factbook, o país tenta superar suas limitações territoriais promovendo o comércio com países vizinhos, sua política fiscal é focada em financiar o essencial: Combater a pobreza, oferecer educação, saúde e infraestrutura e os investimentos domésticos e externos vêm tendo o apoio de reformas orientadas para o mercado. O sucesso econômico e social do país trouxe reconhecimento internacional e o transformou em uma referência.

A crise internacional atingiu as exportações de minerais, mas a economia se recuperou impulsionada pelo setor de serviços.

Pra quem acha que o sucesso econômico está de alguma forma, desvinculado do progresso social, Ruanda também vem se saindo bem em diminuir a pobreza.
Em 2000 eram 74,56% da população vivendo com menos de US$ 1,25 por dia. Em 2007 eram 63,17%.

E para quem, ainda assim, só acredita vendo, segue abaixo uma série de fotos da capital Kigali que ilustram bem o clima de prosperidade:











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0 O perfil dos empreendedores que mais cresceram em 2012

11 novembro 2013 Marcadores: , ,

O que o estudo As 250 PMEs Que Mais Crescem no Brasil revela sobre os empreendedores à frente das empresas ranqueadas


Design: Beatriz Blanco

Fonte: Revista EXAME PME e Deloitte
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0 Como fazer sua empresa se destacar no mercado

10 novembro 2013 Marcadores: , ,

O pequeno varejo vem conquistando a confiança dos consumidores e conseguindo melhores margens de lucro. Por isso, as pequenas empresas precisam se manter sempre em movimento, buscando transformações e melhorias. Assim, conseguem definir seu papel e enxergar oportunidades.
Para capturar estas oportunidades, entra em cena o trade marketing com estratégias e ações direcionadas. Apesar de exigir algum investimento, é possível, sem gastar nada, ter uma cultura baseada nisto, ou seja, trabalhar os quatro pilares básicos de trade marketing.
Sortimento: um sortimento diferenciado de produtos é fundamental para a percepção de exclusividade, o que motiva clientes a escolherem um ponto de venda. Considere a quantidade de itens que estão disponíveis na loja, para que haja uma maior rentabilidade e maior aproveitamento das categorias que podem gerar lucro. A gestão por sortimento evita prejuízos com estoques excessivos ou falta de produtos.
Visibilidade: sortimento certo e exposto no lugar certo. Se o cliente não encontra o produto que deseja ele pode substituí-lo por outra marca, comprar em outro estabelecimento, adiar a compra ou simplesmente não comprar. Para que isso não aconteça, deve-se determinar um espaço maior nas prateleiras para os produtos de maior giro.
Para isso é fundamental entender o fluxo dos clientes dentro da loja. Pois é preciso haver uma aplicação de um fluxo racional que faça com que as categorias estejam dispostas de forma complementar, influenciando o cliente nas decisões que toma dentro do ponto de venda.
A disposição dos produtos de uma categoria na gôndola não é um processo aleatório, é feito por meio do gerenciamento que propõe um planograma, que nada mais é do que um esquema de como o produto será exposto.
Preço: no pequeno varejo a estratégia de precificação influencia não só a geração de receita, mas também como o cliente entenderá o posicionamento do ponto de venda.
Em geral, os cientes decidirão por compras mais econômicas. É fundamental que o varejista compreenda as diferentes formas de se posicionar estrategicamente em relação ao preço, adicionando produtos de maior valor agregado ao sortimento.
Uma boa estratégia é trabalhar com três faixas de preços de produto: marca líder, uma marca intermediária e uma terceira marca preço para que se possa atingir todo público da loja.
Promoção: atualmente o composto promocional do pequeno varejo passa por um planejamento mais amplo, com base em estudos da necessidade dos clientes e dos objetivos da promoção.
Trabalhar fortemente as demandas sazonais, aproveitar o calendário promocional ou ainda o cross merchandising é um dos maiores alavancadores de vendas por impulso. 
Texto de Christian Manduca, professor de Marketing do Ibmec/MG, com mais de 15 anos de experiência na área.
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0 8 fatores que definem a prosperidade de um país

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Não é o crescimento do PIB que, por si só, definirá o quanto um país está prosperando. Olhar isoladamente para um aumento da renda per capita ou do consumo também não abarca o conceito de prosperidade.

É preciso olhar para esses e outros fatores. Educação e saúde, por exemplo, estão intimamente ligados à prosperidade de um país. Eleições democráticas e garantia dos direitos fundamentais do indivíduo também. 

O Legatum Institute, com essa ideia, divulgou o seu ranking de prosperidade de 2013, analisando os dados de 142 países - contemplando 96% da população mundial.  A Noruega foi considerada a mais próspera pelo quinto ano seguido. Já o Chade, na África, amargou a última posição em 2013.

Oito indicadores foram fundamentais para definir, afinal, o que é prosperidade e qual nação está nesse caminho:

1. Economia

Política macroeconômica, a satisfação e expectativa com a economia, o crescimento econômico e a eficiência do setor financeiro


 2. Empreendedorismo e oportunidade

O ambiente empresarial do país, a promoção de atividades inovadoras e constantes oportunidades disponíveis


3. Governança

A presença de um governo eficaz e responsável, eleições justas, participação política dos cidadãos e um Estado de Direito 



5. Saúde

Presença de cuidados básicos de saúde, infraestrutura de hospitais e serviços e presença da medicina preventiva 



6. Proteção e Segurança

O nível de segurança nacional e de segurança pessoal 


7. Liberdade Individual

A capacidade do país de garantir as liberdades individuais e promover a tolerância 


8. Capital social

A coesão e engajamento da sociedade e a força das relações familiares e sociais


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0 Como saber o momento certo de expandir a sua empresa

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Sem querer ser muito generalista, mas já sendo, existem dois grandes tipos de empreendedores: os que querem apenas garantir o sustento da sua família e os que querem mudar o mundo.
Na prática, não existe um tipo melhor que o outro, vai muito do perfil de cada um. Enquanto empreendedores visionários criam grandes inovações, os chamados “empreendedores de estilo de vida” são responsáveis diretos pelo desenvolvimento de suas regiões.
Porém, apesar do objetivo final ser bastante diferente, esses dois tipos possuem uma característica em comum: ambos precisam tomar muito cuidado para não darem um passo maior que a perna.
No caso de empreendedores visionários, normalmente o projeto é tão grande que atrai investidores, dispostos a dividir o risco do empreendimento. Por um lado, os investidores reduzem consideravelmente o risco pessoal do empreendedor, por outro a pressão por resultados e crescimento é muito maior.
Pelo lado dos empreendedores de estilo de vida, não há tanta cobrança por um crescimento tão acelerado. Em compensação, a cada nova expansão o empreendedor arrisca diretamente seu patrimônio e, consequentemente, o bem estar da sua família.
Ou seja, nos dois casos é fundamental fazer um excelente planejamento antes de fazer investimentos muito pesados na empresa. Em termos gerais, investir no crescimento da empresa significa aumentar o orçamento de marketing, contratar e treinar mais pessoas, aumentar o espaço físico da empresa e comprar novos equipamentos.
Todo esse investimento só é válido em uma situação: contribuir diretamente para o aumento da receita, seja através de um maior número de clientes ou da entrega de mais serviços para os mesmos clientes.
O grande ponto é que toda vez que falamos sobre aumento de receita, existe uma pergunta fundamental que precisa ser feita antes de investir em estrutura que suporte esse crescimento: existe demanda para isso?
É justamente aí que empreendedores erram, ao fazer investimentos prevendo uma grande demanda que depois fica provada que não era tão grande assim. Por isso, a questão mais importante para o empreendedor que está pensando em investir no crescimento é começar pequeno, testar aos poucos a demanda e só então, quando comprovada, aumentar a quantidade de capital investido. 
Se você quer crescer, primeiro bote o pé no água para ver se ela está morna, só depois faça o seu mergulho.
Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
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