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0 Como o ódio entre irmãos resultou na criação da Adidas e Puma
Porém a união de suas habilidades resultou na criação de um novo conceito de tênis que era muito mais leve e anatômico do que os atuais modelos pesados que existiam no mercado e esta invenção estava deixando a dupla muito rica.
Até 1943, o período do 3º Reich de Hitler os irmãos viviam em harmonia por causa dos resultados nos negócios. Mais isso começou a mudar quando Adolf, que era apolítico, resolveu se filiar ao partido nazista de Hitler por conveniência. Já Rudolf era nazista fanático. Em 1943, a cidade de Herzogenaurach foi bombardeada pelos Aliados. Chegando ao abrigo antiaéreo, Adolf encontrou a família do irmão e comentou: “Os sujos bastardos voltaram”. A esposa de Rudi ouviu e achou que o comentário era endereçado a ela e ao marido. Não adiantou explicar a confusão: a relação entre os irmãos ruiu de vez.
Esse mal entendido acabou resultando na separação dos irmãos. Mas há quem diga que o motivo foi muito mais grave: Adolf teria entregado seu irmão aos aliados por ser um nazista fanático. em 1948, Adolf Dassler aproveitou uma brecha legal para dissolver a parceria familiar e renomeou a Gebrüder Dassler Schuhfabrik para Adidas. “Adi” era o apelido de Adolf e "Das" era o diminutivo de“Dassler”, o sobrenome da família.
Rudolf criou outra fábrica de tênis: a “Ruda”, mais tarde rebatizada de Puma. A criação das marcas dividiu a cidade de Herzogenaurach, cortada por um rio. Em uma das margens ficava a fábrica da Adidas. Na outra, a da Puma. O ASV Herzogenaurach, um dos times de futebol da cidade, passou a ser patrocinado pela Adidas. O FC Herzogenaurach, pela Puma.
A competição entre Adi e Rudi era tão grande que eles não perceberam a aproximação de sua verdadeira inimiga: a americana Nike. Rudolf morreu em 1974. Adolf, em 1978. Os dois estão enterrados no cemitério de Herzogenaurach, na Alemanha.
Momentos marcantes
• Em 1936, durante a Olimpíada de Berlim, os Dassler ofereceram um par de tênis a um corredor chamado Jesse Owens. Ele ganhou 4 medalhas de ouro e a jogada dos irmãos inaugurou o marketing esportivo.
• Na Olimpíada de 1960, o corredor Armin Hary firmou contratos separados com a Adidas e a Puma. Foi a única vez que os irmãos concordaram em alguma coisa: Armin nunca mais foi patrocinado por eles.
• Em 2004, Frank, neto de Rudolf (da Puma), assumiu um cargo na Adidas. “Muitos familiares meus consideraram isso uma traição”, disse Frank.
0 Mantendo o foco de seus colaboradores
Mais de 30% dos entrevistados afirmaram que o principal motivo para a distração de seus colaboradores é a utilização da internet para fins pessoais, incluindo redes sociais.
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| (Fonte: Getty Images) |
Uma pesquisa recente revelou que muitos gestores estão perdendo foco e produtividade de seu trabalho com distrações na internet, redes sociais e até mesmo com o cafezinho nos corredores e cantos das organizações.
Para alguns, o motivo do problema é a falta de concentração. As soluções populares, mais usadas consistem em cortar o acesso dos profissionais à internet ou controlar o tempo gasto nas conversas de corredor. Soluções que muitas vezes não eliminam o problema.
Segundo a Robert Half, maior empresa de recrutamento especializado no mundo, fundada em 1948:
"Navegar na internet e socializar com colegas são os principais ladrões de tempo dos funcionários durante o trabalho, aponta pesquisa realizada pela Robert Half com 2.100 CFOs dos Estados Unidos. Mais de 30% dos entrevistados afirmaram que o principal motivo para a distração de seus colaboradores é a utilização da internet para fins pessoais, incluindo redes sociais, e 27% responderam ser as famosas conversas de corredor."
Para Marcela Esteves, gerente da divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half no Brasil, essas distrações podem influenciar negativamente e prejudicar a produtividade. Por esse motivo, é importante saber equilibrar as obrigações profissionais e pessoais para que não seja desperdiçado mais tempo do que o necessário. “Se alguém está gastando mais horas do que deveria para resolver questões pessoais é preciso identificar os motivos. Muitas vezes o profissional pode estar apenas desmotivado e precisando de projetos novos e mais desafiadores”, conclui.
Ainda de acordo com a pesquisa, ligações telefônicas ou e-mails pessoais, reuniões e e-mails corporativos também foram apontados pelos entrevistados como motivos para o desperdício de tempo de seus funcionários, e apareceram no ranking com 20%, 11% e 7% respectivamente.
A maioria dos profissionais tem seus próprios smartphones e tablets para acessar internet e redes sociais. O cafezinho e o bate-papo podem ser controlados, mas os serviços de mensagem por celular continuam existindo. Distrações são muitas, e é extremamente difícil para os gestores controlarem o que seus funcionários fazem o tempo todo. O perigo mora justamente na palavra “controle”.
Equipes engajadas e comprometidas com suas metas dificilmente perderão muito tempo com distrações. Se o trabalho está sendo feito e o resultado dos profissionais se destaca, por que se preocupar com o uso de redes sociais? Dentre os membros das novas gerações, que nasceram nesse ambiente digital, trabalhar com essas ferramentas é algo natural.
Acredito ser outro o desafio: como manter o comprometimento do time com os objetivos do negócio? Resolvido este dilema, o cafezinho e a internet deixam de ser vilões para se tornarem meros coadjuvantes do dia a dia de trabalho. [Exame] [Robert Half]
0 Google e Disney têm melhor reputação mundial
Google e Walt Disney são as empresas de melhor reputação no mundo, seguidas pela BMW e Rolex. As informações são da pesquisa Global RepTrak® 100 2014, divulgada hoje pela consultoria Reputation Institute.
O estudo é feito todos os anos por meio de entrevistas realizadas com 55.000 consumidores entre janeiro e fevereiro em 15 países diferentes. Com base na opinião das pessoas é que a pesquisa define quais são as cem empresa de melhor reputação.
Neste ano, a Nestlé foi a única companhia global a ficar de fora. Já a Samsung estreou entre as dez mais. Veja, a seguir, a lista das dez empresas de melhor reputação segundo o estudo.
Google e Disney
Ambas americanas, as companhias lideram a lista de melhor reputação do mundo, em 2014, com 77,3 pontos. No ano passado, a Disney aparecia em segundo lugar, com 78,39 pontos, e o Google em quarto, com nota 77,15.
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Rolex e BMW
A BMW, que em 2013 liderava o ranking com 78,39 pontos, neste aparece em segundo lugar, com nota 77,2. A posição é dividida com a suíça Rolex, que estava em terceiro lugar em 2013.
Sony
A fabricante japonesa de eletrônicos Sony ocupa neste ano o quinto lugar com 75,9. No ano passado, a empresa estava em sexto lugar com uma pontuação de 76,30.
Canon
A Canon subiu do oitavo lugar, no ano passado, para o sexto neste ano, com uma nota de 75,7, baseada na entrevista com consumidores sobre a imagem da empresa.
Apple
A americana de tecnologia Apple subiu do 12º lugar para o sétimo lugar na lista, com uma pontuação de 75,6.
Daimler
A alemã de carros Mercedes-Benz caiu do quinto para o oitavo lugar do ranking. Neste ano, a fabricante teve uma pontuação de 75,4, segundo a metodologia da pesquisa baseada na conversa com os consumidores.
Lego
A fabricante de brinquedos dinamarquesa Lego aparece em nono lugar com nota 75,1, pontuação um pouco acima da obtida no ano passado.
Microsoft e Samsung
As empresas Microsoft e Samsung dividem o décimo lugar do estudo, com 75 pontos. No ano passado, a americana de tecnologia ocupava o sétimo lugar da lista, com 76,23, e a coreana Samsung ocupava o 16º lugar.
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0 Empresas perdem US$ 100 milhões para cada US$ 1 bi investido
Na América Latina, 20% dos projetos apresentados são considerados fracassados e menos da metade deles são feitos dentro do prazo e orçamento estipulados.
Há um abismo entre o que as empresas devem e querem fazer e o que realmente é feito. E tal cenário está levando as companhias do mundo todo a perderem muito dinheiro –US$ 100 milhões para cada US$ 1 bilhão investido para ser mais exato.
Na América Latina esse número é ainda maior que a média global e chega a 116 milhões de dólares perdidos para cada 1 bilhão de dólares investido.
A pesquisa entrevistou 2515 pessoas de todo o mundo, sendo 270 da América Latina e concluiu que apenas 47% das empresas entendem plenamente o valor da estratégia organizacional para seus negócios.
A distorção entre o dever e o fazer é menor em empresas que colocam métricas de crescimento, melhoras de resultados e outros índices de desempenho. Entre essas, 69% diminuem riscos e perdem até 12 vezes menos dinheiro do que as organizações sem meta nenhuma.
O estudo aponta que hoje as empresas precisam responder mais rápido às mudanças de mercado e eliminar ineficiência para continuar a crescer – e os gestores sabem que precisam de clientes e outras opiniões externas para, por exemplo, lançar um novo produto.
Ainda assim, na América Latina, 20% dos projetos apresentados são considerados fracassos e apenas 15% são resolvidos de maneira ágil. Os resultados sugerem que as empresas latinas não estão preparadas para as mudanças nas exigências e expectativas dos consumidores.
Abaixo algumas das empresas que mais tiveram prejuízo:
Eletrobras
Prejuízo em 2013: R$ 6,2 bilhões
Setor: Energia elétrica
O prejuízo da Eletrobras em 2013 surpreendeu o mercado, que esperava perdas inferiores a 1 bilhão de reais. Segundo a companhia, no último trimestre do ano, o resultado foi afetado negativamente por itens não recorrentes que somaram mais de 3,4 bilhões de reais, em função de baixa de ativos e provisões.
HRT Petróleo
Prejuízo em 2013: R$ 2,2 bilhões
Setor: Petróleo e gás
A HRT Participações encerrou 2013 com prejuízo 706% maior na comparação com o ano anterior, quando a empresa registrou perdas de 277,5 milhões de reais. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia também ficou negativo em 2,6 bilhões de reais.
As companhias latinas também estão atrás da média global em proficiência e maturidade em gerenciamento de projetos e menos da metade de projetos são feitos dentro do prazo e orçamento estipulados. No entanto, 60 por cento cumpriram os objetivos de negócios. [Exame]
0 A Amazon quer acabar com os supermercados
07 abril 2014
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Eletrônicos,
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Inovação
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| O Dash é uma ferramenta que mistura um leitor de códigos de barras e um microfone |
Os supermercados podem estar com dias contados se for depender da empresa americana Amazon. É isso mesmo. A Amazon quer acabar com os supermercados com uma forma mais simples de fazer compras: o Amazon Dash. O Dash trabalha junto com o AmazonFresh, o serviço da Amazon que vende e entrega comidas frescas. O Dash é uma ferramenta que mistura um leitor de códigos de barras e um microfone. Com ele, é possível fazer a leitura de produtos que estão acabando na casa, como leite ou frutas em caldas.
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| Mercado virtual da Amazon: o AmazonFresh |
Ele envia automaticamente o código lido para o serviço e manda entregar os produtos desejados. De acordo com o vídeo de apresentação, a maioria das entregas chega no dia seguinte ao pedido. A única limitação do Fresh é que ele está disponível em pouquíssimos locais. San Francisco, Los Angeles e Seattle são as únicas cidades do mundo em que ele funciona.
O gadget ainda traz um microfone. Ele salva os produtos falados em uma lista do usuário na AmazonFresh. É preciso uma confirmação (e escolha da marca) posteriormente.
O Amazon Dash está sendo distribuído de graça nas três cidades onde o serviço está disponível, ainda que apenas para pessoas que tenham recebido um convite. A estratégia da Amazon é clara. O gadget pode chegar sem qualquer pagamento até a casa dos usuários, mas irá incentivá-los a fazer compras pela Amazon. Os lucros de varejo vão para a empresa logo depois, um bom negócio. [Exame]
0 Walmart apresenta caminhão com design futurista e inteligente
06 março 2014
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Inovações,
Tecnologia
Chamado de WAVE, o veículo está em fase de testes, porém pode participar da frota principal da empresa nos próximos anos.
O veículo foi batizado de WAVE (ou no original em inglês, Walmart Advanced Vehicle Experience), e traz o conceito de ser mais leve e aproveitar melhor o combustível do que os outros caminhões, com grande compatibilidade com vários tipos de combustíveis (diesel, biodiesel, gás natural, entre outros). Os testes com o WAVE começaram recentemente, sendo que ele é alimentado por uma microturbina única de powertrain (região do motor que entra em contato com o óleo).
Além disso, o WAVE também pode funcionar através de eletricidade – porém deve ser constantemente carregado, já que ele não poderá andar desse modo por muitos quilômetros. A cabine localizada na parte frontal do veículo é pelo menos 20% mais aerodinâmica do que as cabines dos veículos atuais do Walmart, graças ao seu formato mais arredondado. O assento do motorista está localizado bem no centro da cabine, garantindo maior mobilidade aos condutores.
Walmart, Gizmodo, The Verge
As grandes janelas e os dois monitores LCD dispostos ao lado do motorista ajudam no monitoramento do veículo e do trajeto. A cabine possui inclusive um espaço confortável de descanso para o condutor, localizado logo atrás do banco frontal. O WAVE é composto quase por inteiro por fibras de carbono que ajudam a remover grande parte do peso comum dos caminhões – rendendo mais espaço e consequente fazendo o veículo transportar maiores cargas.
0 A principal ferramenta para ajudar na gestão de uma empresa
10 novembro 2013
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Gestão
Nos últimos anos, muitas ferramentas de gestão se tornaram corriqueiras no cotidiano das pequenas e médias empresas. Elas podem ajudar - e muito - o líder a entender melhor tanto a própria empresa quanto o mercado em que atua, o que propiciará uma definição muito mais realista sobre os resultados que queira atingir, bem como se planejar melhor para o futuro.
Existem dezenas de teorias, mas muitas são de difícil aplicação ou não passam de modismos que duram pouco. Comentarei a seguir uma ferramenta que é usada há anos em empresas de grande porte, com muito sucesso, e que pode ser perfeitamente adaptada aos pequenos e médios negócios, a análise SWOT.
A ferramenta é indicada para aprofundar o conhecimento do negócio em quatro grandes dimensões. Aqui, o ponto chave é ser absolutamente realista, pois de nada adiantaria uma análise irrealisticamente otimista ou pessimista.
1. Strengths
Quais são os pontos fortes da sua empresa? Tem a ver com os diferenciais que poucos têm ou atividades que dão lucro ou atraem clientes. Pode ser um produto especial, equipe qualificada ou um modelo de distribuição inovador, por exemplo.
2. Weaknesses
Quais são os pontos fracos do seu negócio? São aquelas áreas em que há deficiências que causam problemas ou prejuízos constantes. Pode ser, por exemplo, um produto ultrapassado, alta rotatividade de pessoal ou pouca capacidade de investimento.
3. Opportunities
Quais as oportunidades que você teria para aprimorar seu negócio? Isso tem relação com as chances que poucos concorrentes conseguem aproveitar de imediato. São situações como a saída de um concorrente importante ou interesse de investidores em seu segmento de mercado.
4. Threats
São as ameaças graves à continuidade de seu negócio. Pode ser a entrada de um concorrente poderoso no mercado, a criação de um novo produto que você não tenha acesso ou a descoberta de uma nova tecnologia que mude as regras atuais ou ainda um aumento de custos que você não consiga acompanhar.
Normalmente, os pontos fortes e fracos estão dentro da própria empresa, enquanto as oportunidades e as ameaças são situações de mercado que não dependem, em princípio, de sua atuação. Se feita com critério e profundidade, a análise SWOT, além de custar muito pouco, lhe dará informações valiosas para planejar ações que aumentem as chances de sucesso da sua empresa.
0 As 100 maiores empresas do Brasil em 2013
09 novembro 2013
Marcadores:
Empresas
| Ranking | Empresa | Vendas líquidas (em US$ mil) | Lucro (em US$ mil) | Setor | Empregados |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Petrobras | 109.713.317 | 7.930.628 | Energia | 61.878 |
| 2 | BR Distribuidora | 39.024.536 | 907.888 | Atacado | 4.490 |
| 3 | Vale | 28.989.381 | 1.984.724 | Mineração | 52.379 |
| 4 | Ipiranga Produtos | 23.596.553 | 354.120 | Atacado | 2.222 |
| 5 | Volkswagen | 13.440.970 | NI | Autoindústria | 22.350 |
| 6 | Cargill | 11.914.854 | 187.105 | Bens de Consumo | 7.210 |
| 7 | Fiat | 11.708.782 | 589.757 | Autoindústria | 19.250 |
| 8 | Vivo | 11.484.417 | 2.161.051 | Telecomunicações | 12.999 |
| 9 | Raízen | 11.175.972 | NI | Atacado | NI |
| 10 | Bunge | 11.099.381 | 40.493 | Bens de Consumo | 6.689 |
| 11 | Braskem | 10.415.966 | -523.218 | Química e Petroquímica | 4.957 |
| 12 | Pão de Açúcar | 9.617.171 | 393.908 | Varejo | 60.923 |
| 13 | TIM | 9.096.032 | 752.808 | Telecomunicações | NI |
| 14 | JBS | 8.281.437 | 374.428 | Bens de Consumo | NI |
| 15 | Nova Casa Bahia | 8.015.157 | NI | Varejo | 55.794 |
| 16 | General Motors | 7.314.356 | NI | Autoindústria | NI |
| 17 | BRF | 7.193.845 | 10.439 | Bens de Consumo | 54.079 |
| 18 | Walmart | 7.193.207 | NI | Varejo | NI |
| 19 | E.C.T. | 7.052.055 | 450.096 | Serviços | 117.900 |
| 20 | Carrefour | 7.016.532 | NI | Varejo | NI |
| 21 | Ambev | 6.584.737 | 3.281.074 | Bens de Consumo | 18.911 |
| 22 | TAM | 6.511.745 | NI | Transporte | NI |
| 23 | Telefônica | 6.503.437 | 1.330.913 | Telecomunicações | 5.494 |
| 24 | ArcelorMittal Brasil | 6.448.569 | 48.507 | Siderurgia e Metalurgia | 8.406 |
| 25 | Telemar | 6.034.405 | 229.589 | Telecomunicações | NI |
| 26 | Atacadão | 5.805.044 | NI | Varejo | NI |
| 27 | Claro | 5.765.128 | -512.566 | Telecomunicações | NI |
| 28 | Usiminas | 5.761.845 | -551.432 | Siderurgia e Metalurgia | 13.814 |
| 29 | Cosan CL | 5.526.630 | NI | Atacado | NI |
| 30 | Oi - TNL PCS | 5.463.309 | 1.005.258 | Telecomunicações | NI |
| 31 | ADM | 5.440.035 | NI | Produção Agropecuária | 3.930 |
| 32 | Sabesp | 5.420.211 | 1.096.657 | Serviços | 15.019 |
| 33 | Samsung | 5.414.907 | NI | Eletroeletrônico | 10.309 |
| 34 | CRBS | 5.410.005 | 959.151 | Bens de Consumo | 9.006 |
| 35 | Ford | 5.406.263 | NI | Autoindústria | NI |
| 36 | CSN | 5.371.239 | -630.405 | Siderurgia e Metalurgia | 21.232 |
| 37 | Embraer | 5.164.097 | 324.189 | Autoindústria | 16.325 |
| 38 | Embratel | 5.113.550 | 262.077 | Telecomunicações | 7.540 |
| 39 | AES Eletropaulo | 5.027.268 | 96.209 | Energia | 5.872 |
| 40 | Mercedes-Benz | 4.889.555 | NI | Autoindústria | 14.300 |
| 41 | Copersucar-Cooperativa | 4.887.529 | -1.284 | Energia | NI |
| 42 | Renault | 4.822.683 | 194.740 | Autoindústria | 6.300 |
| 43 | Cemig Distribuição | 4.797.385 | 83.921 | Energia | 6.415 |
| 44 | Toyota | 4.770.628 | NI | Autoindústria | 5.228 |
| 45 | Globo | 4.757.670 | 1.102.327 | Comunicações | NI |
| 46 | Louis Dreyfus | 4.740.726 | -59.565 | Produção Agropecuária | 2.899 |
| 47 | Construtora Odebrecht | 4.696.447 | 279.615 | Indústria da Construção | 127.056 |
| 48 | Ale | 4.524.380 | 20.389 | Atacado | 1.159 |
| 49 | Gerdau Aços Longos | 4.156.256 | 224.942 | Siderurgia e Metalurgia | NI |
| 50 | Amil | 4.052.127 | 20.959 | Serviços | 19.160 |
| 51 | Eletrobras Furnas | 3.848.327 | -800.679 | Energia | 4.567 |
| 52 | Itaipu Binacional | 3.797.867 | NI | Energia | 3.458 |
| 53 | MAN Latin America | 3.736.430 | NI | Autoindústria | 1.825 |
| 54 | GOL | 3.623.382 | -624.433 | Transporte | 17.676 |
| 55 | Oi | 3.542.076 | -166.437 | Telecomunicações | 16.678 |
| 56 | Light Sesa | 3.529.289 | 179.539 | Energia | 3.955 |
| 57 | Lojas Americanas | 3.457.732 | 209.332 | Varejo | 17.180 |
| 58 | Unilever | 3.432.548 | NI | Bens de Consumo | NI |
| 59 | Coamo | 3.395.832 | 145.727 | Produção Agropecuária | 5.898 |
| 60 | Magazine Luiza | 3.391.875 | -17.649 | Varejo | 25.183 |
| 61 | Samarco | 3.306.189 | 1.260.703 | Mineração | 2.517 |
| 62 | Basf | 3.302.819 | 118.502 | Química e Petroquímica | 4.014 |
| 63 | CPFL Paulista | 3.290.205 | 262.113 | Energia | 2.899 |
| 64 | GE | 3.271.016 | NI | Eletroeletrônico | NI |
| 65 | Whirlpool | 3.199.179 | 239.358 | Eletroeletrônico | 18.335 |
| 66 | Honda Automóveis | 3.185.888 | NI | Autoindústria | 3.542 |
| 67 | Moto Honda | 3.172.971 | NI | Autoindústria | 10.903 |
| 68 | Natura | 3.154.454 | 397.547 | Bens de Consumo | 6.683 |
| 69 | Makro | 3.111.820 | 14.214 | Atacado | NI |
| 70 | Souza Cruz | 3.071.878 | 789.538 | Bens de Consumo | 7.400 |
| 71 | Chesf | 3.026.714 | -3.327.237 | Energia | 5.631 |
| 72 | Cencosud | 2.989.720 | -34.852 | Varejo | 34.712 |
| 73 | Copel | 2.974.288 | -93.334 | Energia | 7.169 |
| 74 | Coelba | 2.934.634 | 353.811 | Energia | 2.516 |
| 75 | Peugeot Citroën | 2.854.710 | NI | Autoindústria | 5.171 |
| 76 | Amaggi | 2.853.251 | 38.126 | Atacado | 1.065 |
| 77 | Votorantim Cimentos | 2.827.922 | 416.579 | Indústria da Construção | 7.711 |
| 78 | Bayer | 2.774.254 | 231.196 | Química e Petroquímica | 3.871 |
| 79 | Transpetro | 2.696.662 | 359.750 | Transporte | 11.030 |
| 80 | Heringer | 2.679.136 | -3.680 | Química e Petroquímica | 3.752 |
| 81 | Comgás | 2.665.032 | 219.978 | Energia | 1.041 |
| 82 | Raízen Energia | 2.649.757 | 115.281 | Energia | NI |
| 83 | CNH/ Case New Holland | 2.628.726 | 60.658 | Autoindústria | 4.736 |
| 84 | Gerdau Açominas | 2.603.710 | 82.741 | Siderurgia e Metalurgia | NI |
| 85 | Syngenta | 2.577.273 | NI | Química e Petroquímica | 1.803 |
| 86 | Tag | 2.565.325 | 780.654 | Transporte | 23 |
| 87 | Nextel | 2.549.897 | 187.776 | Telecomunicações | 6.450 |
| 88 | Cielo | 2.528.250 | 1.180.493 | Serviços | 892 |
| 89 | Suzano | 2.516.592 | 877 | Papel e Celulose | 6.232 |
| 90 | Ponto Frio | 2.478.936 | 75.059 | Varejo | 10.867 |
| 91 | Camargo Corrêa | 2.414.328 | 93.578 | Indústria da Construção | 17.203 |
| 92 | Bunge Fertilizantes | 2.398.281 | -450.712 | Química e Petroquímica | NI |
| 93 | P&G Industrial | 2.366.307 | NI | Bens de Consumo | 1.156 |
| 94 | Paranapanema | 2.356.508 | -144.471 | Siderurgia e Metalurgia | 2.225 |
| 95 | Cemig GT | 2.342.183 | 862.105 | Energia | 1.724 |
| 96 | Nestlé | 2.322.018 | NI | Bens de Consumo | NI |
| 97 | Marfrig | 2.292.167 | -262.514 | Bens de Consumo | 10.435 |
| 98 | Braskem Qpar | 2.280.640 | -116.343 | Química e Petroquímica | 952 |
| 99 | Eletronorte | 2.261.217 | -404.598 | Energia | 3.757 |
| 100 | B2W | 2.237.813 | -139.172 | Varejo | NI |
Fonte: Melhores e Maiores 2013












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