•  Dicas que irão te ajudar a ter um bem estar maior no trabalho
  • Conquistando a confiança dos consumidores e conseguindo melhores margens de lucro
  • A importância de ser um chefe que seja um exemplo para sua equipe.

0 A Venezuela de Maduro em 25 imagens

21 setembro 2014 Marcadores: , ,

Filas, racionamento de alimentos, problemas de infraestrutura, inflação, violência, racionamento de produtos higiênicos, protestos, censura, prisões, perseguição a opositores políticos, caos. Eis a Venezuela de Maduro em 25 imagens. [Spotniks]



























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0 O empresário que transformou R$12 em R$ 120 mil

20 setembro 2014 Marcadores: , ,


A grande ascensão no padrão de vida das multidões, caracteriza a grande mudança social, que foi causada pela Revolução Industrial na Inglaterra, período entre 1760 e 1820. Os mais desfavorecidos, os bandos de escravos, de servos, indigentes, pessoas que não tinham nenhuma condição de melhorarem de vida, se tornaram hoje, as pessoas pelas quais os grandes empresários disputam sua preferência. Se tornaram o ‘cliente que tem sempre a razão”.

E não é só isso, esses indigentes, hoje podem também, se transformarem em empresários e mudar o seu “status”. Pois no capitalismo, os "status" não ficam congelados como antigamente: quando se nascia pobre, permanecia pobre, se nascesse duque, ou rei, em uma família nobre, permanecia com esses status.

Após essa revolução, a população passou a ter acesso a produtos beneficiados, que antes eram só de privilégios dos abastados reis, produzidos nas antigas fabricas de beneficiamento, que serviam só à nobreza.

Para tentar explicar esse processo de “deproletarização” do indivíduo, vou utilizar um caso real. O caso do senhor David Portes, de 54 anos de idade, que há 25 anos, o recém-casado, resolveu dar uma reviravolta na sua vida partindo para o Rio de Janeiro. Logo conseguiu um emprego em uma fábrica de vinis, que acabou falindo, pois o vinil perdia espaço para fitas e CD’s no mercado. Pouco depois de sua chegada ao Rio, David viu-se desempregado.

A mudança drástica na vida deste senhor começa quando sua esposa, aos sete meses de gravidez, precisou ser medicada. O remédio custava algo em torno de 12 reais na época. David, sai então para pedir dinheiro emprestado pelas ruas e consegue a quantia de 12 reais. Mas, invés de comprar o remédio para a esposa, o senhor Portes decide comprar doces e ir até a Central do Brasil. Não para consumi-los, enquanto sua esposa adoece, mas para vendê-los. David vendeu todas as balas, duplicou o seu dinheiro, comprou mais doces, vendeu e multiplicou seu dinheiro novamente, comprou o remédio para sua esposa e continuou seu processo de transformação do dinheiro.

David se tornou empresário, abriu sua loja de doces, virou palestrante, consultor de marketing, viajou para várias capitais para vender doces, fazer palestras e participar de eventos. Foi convidado pela Petrobras, Shell, companhias de telefonia, até as gigantes Samsung e Motorola para fazer palestras, tanto no Brasil quanto no exterior. Quem diria que um desempregado, indigente, que não tinha condições de comprar remédios para sua esposa grávida, hoje fosse consultor de marketing e até viajaria para outros países? 

E não foi só isso. Portes, publicou um livro em 2008, intitulado “David, Uma Lição de Vida e de Marketing” (Ed Futura)
, que foi um sucesso vendendo mais de 30 mil exemplares. David Portes é sucesso: de desempregado foi a camelô, empresário, palestrante, consultor de Marketing, palestrante internacional, etc. Os americanos têm o Porter, nós temos o Portes. O carioca transformou 12 reais em um faturamento de cerca de 120 mil reais. E como conseguiu isso? Servindo as pessoas, da melhor forma possível.

E é essa a principal característica do Capitalismo. O desenvolvimento do capitalismo consiste em que cada homem tem o direito de servir melhor mais barato o seu cliente. E num tempo relativamente curto, esse método, esse princípio, transformou a face do mundo, possibilitando um crescimento sem precedentes da população mundial.

Muitas pessoas ao se virem fracassadas, sem esperanças, como na situação de David, quando não atingem seus objetivos, quando consomem, não se preocupam em poupar, esquecem da importância de ter uma educação financeira pessoal mais adequada, começam a projetar todo o seu próprio fracasso em um bode expiatório: o chefe, a empregada, a esposa, e por aí vai.

A maioria deve argumentar: “ah, mas o capitalismo explora as pessoas, projeta o produtos para ter prazo de validade.” Não é o capitalismo que faz isso. Por trás disso há algumas empresas, e por trás dessas empresas existem alguns seres humanos com seu egoísmo. Essas empresas não devem ter seus produtos consumidos, os consumidores devem deixa-la ir à bancarrota, à falência, ao não optarem por seus produtos. Está insatisfeito? Processe! Busque seus direitos, boicote, critique nas redes sociais, mas não vá sair em bando, depredando lojas como um selvagem.

Outra maneira de tentar resolver esse problema é se inserindo no mercado para competir com outras empresas, e oferecer serviços e produtos melhores. É no fracasso dos outros que você pode encontrar a oportunidade. Todos possuem o direito de servir as pessoas da melhor forma possível.


O caso de David é um grande exemplo, nos mostra que ao invés de projetarmos nossas frustrações em algo abjeto e abstrato, devemos superar isso para vencermos. Ao invés de consumirmos exacerbadamente, devemos poupar, investir, reinvestir, saber ‘fazer dinheiro’ e não apenas ‘ganhar dinheiro’. Devemos aproveitar as oportunidades e o mais importante: servir as pessoas, pois os consumidores são soberanos, eles em última análise é que vão decidir se irão consumir ou abster-se de consumir. Eles vão decidir seu futuro, se vai prosperar ou ir para o fundo do poço. Eles precisam ser satisfeitos!
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0 Os ensinamentos de Sun Tzu voltados para a administração de empresas

22 agosto 2014 Marcadores: , ,



"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização."  — Sun Tzu

Cena do filme Herói, que aparentemente se passa no período
 em que Sun Tzu teria vivido.

Sun Tzu foi um general, estrategista e filósofo chinês que teria vivido no Período das Primaveras e Outonos da China entre 722 a.C e 481 a.C e escreveu uma obra sobre estratégias militares composta por 13 capítulos, intitulada de A Arte da Guerra. Muitos dos ensinamentos de Sun Tzu apresentados nessa obra podem ser levados em consideração quando o assunto é administração de empresas. Afinal, em um mundo globalizado e competitivo como o que vivemos hoje, onde a cada dia se apresentam à sociedade variadas tecnologias e novos serviços, tem exigido cada vez mais dos administradores, que precisam de uma postura proativa, competitiva, estrategista e inovadora os ensinamentos desse general chinês podem ser utilizados como grandes ferramentas para enfrentar as exigências no mundo dos negócios atualmente.

Essas ideias foram adequadas e passaram da esfera militar para os negócios e muitas servem para o administrador como um norte para enfrentar a “guerra” no mundo dos negócios pois para Sun Tzu era preciso manejar bem e com cuidado a guerra pois era um instrumento importante para a manutenção do Estado. E para os administradores é preciso ser um bom estrategista se quiser que sua empresa sobreviva no mercado dinâmico hoje em dia.

Era a guerra que definia a vida ou a morte do Estado. Estar preparado para a guerra era estar preparado para sobreviver. Por isso, Sun Tzu fala sobre cinco fatores deveriam ser considerados para o Estado obter sucesso em suas campanhas: doutrina, tempo, terreno, comando e disciplina.

A doutrina pode ser entendida como um conjunto de princípios e ensinamentos de caráter político ou religioso, que moldam a cultura, o comportamento e a percepção da sociedade. É a maneira como se influencia a sociedade. Era preciso ser eficiente na doutrinação, isso faria com que o povo estivesse em harmonia com o seu governo, de maneira que enfrentassem a morte e perigos para defende-lo.

Como doutrinação em uma empresa podemos considerar a missão da organização, que é a razão da existência da empresa. O que possibilita que os colaboradores sigam caminhando e concentrando esforços focando em um objetivo. Podemos entender como doutrina o conjunto de princípios e procedimentos que organizam a forma com que os colaboradores atuam, a maneira com que são motivados e movidos que os fazem atingirem os objetivos dentro da organização. Portanto, ter uma missão bem definida é importante para que todos trabalhem objetivamente em busca dos resultados desejados.

O tempo envolvia Ying e Yang, os opostos. Ou seja, as condições climáticas adversas: frio, neve ou calor e sol, dia ou noite, dia ensolarado ou chuvoso. Se referia às forças naturais que atuam nos campos de batalha. Era preciso estar atendo à essas mudanças pois eram fatores importantes que poderiam afetar as estratégias de batalha.

Por interações de forças naturais, podemos considerar os fatores ambientais da empresa, o ambiente interno, o chamado microambiente que envolve consumidores, fornecedores, mercado e concorrentes. E o ambiente externo à empresa, o macroambiente, composto pelos aspectos culturais, demográficos, políticos, econômicos, sociais e legais.
A análise do ambiente, tanto do microambiente quanto do macroambiente permite obter dados importantes para detectar ameaças, oportunidades, pontos fracos e pontos fortes da organização para que se possa se adaptar à mudanças causadas por essas forças ou aprimorar a forma de atuar no mercado.

O terreno significava as distâncias e as condições do ambiente e do solo, as condições geológicas. Era preciso analisar se o local era de fácil acesso ou não. Era um importante fator para definir o sucesso ou a derrota em um conflito já que a locomoção e posicionamento de tropas é um dos principais pontos que podem garantir a vitória.

O terreno de atuação dos administradores nesse caso é o terreno dos negócios, o mundo dos negócios. É preciso analisar o terreno para conhecer os concorrentes, o perfil dos consumidores, para conhecer o tamanho e o potencial de mercado, as leis que regulamentam aquele setor para atingir a vitória, para vencer a batalha final que é a satisfação dos consumidores e a obtenção de lucros que serão usados no desenvolvimento de novas pesquisas, tecnologias novos produtos e serviços.

O comando era a forma como a qual era tratada os soldados. Para lidar com eles era preciso aparentar ser sábio, benevolente e sincero caso contrário teria soldados desmotivados e infiéis no grupo, que poderiam acabar contaminando outros soldados.

Por último, a disciplina tinha a ver com a organização do exército, as classes hierárquicas e as estratégias de guerra, os suprimento e alocação de recursos para as tropas sobreviverem e avançarem conquistando territórios e derrotando inimigos.

Na administração a disciplina é essencial na estrutura organizacional da empresa. Se considerarmos que os fundamentos da Administração são: Planejamento, Organização, Direção e Controle, logo concluímos que o conhecimento teórico das atividades administrativas é indispensável. Não importa se estas atividades serão executadas em uma pequena loja ou na direção de uma grande indústria multinacional. O conhecimento e a sua devida aplicação é a alma do sucesso. Pois segundo Sun Tzu "Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização." 

Para Sun Tzu, aquele líder que considera, analisa e planeja tendo o entendimento desses fatores, tem uma maior chance de vitória do que aquele que não os leva em consideração. É preciso ter harmonia com os seus colaboradores, demonstrar ser sábio e sincero para com os seus liderados. Ter disciplina, organização, saber analisar e se preocupar com aspectos internos e externos aos interesses da organização, pois "
A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota."
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0 A Era da Inovação

14 agosto 2014 Marcadores: , ,

Na década de 70 em plena era de desenvolvimento industrial, as empresas conseguiam ser competitivas no momento em que focavam sua atenção no custo de produção. 
  
Nos anos 80, com o aumento da oferta e a disseminação das técnicas de produção, as organizações concluíram que apenas reduzir custos não as tornavam mais competitivas. Os ganhos propiciados com os custos pela "produção enxuta".

Nos anos 90, a qualidade tornou-se uma prática comum em todas as organizações, perdendo o caráter diferenciador para se tornar condição essencial para entrar em determinados mercados altamente competitivos.  

Desta forma, as organizações precisam entender que apenas qualidade e preço, não são mais um diferencial no mercado, as empresas precisam criar, inventar e reinventar desde seus produtos, bem como processos e pessoas. 

"[...] a inovação acontece quando a empresa ou aprende a fazer algo que não sabia fazer antes e então começar a fazê-lo de uma forma sustentável, ou aprende a não fazer algo que fazia antes e continua a não fazê-lo de uma forma sustentável ", tudo isso de forma continua como em um processo de renovação, recriação e redistribuição. (HASHIMOTO, 2006, p. 114).

Partindo deste pressuposto a inovação não deve ser vista apenas como o ato de criar coisas novas, mas também de desenvolver o pensamento de ruptura, um processo de quebra de paradigmas na qual permite entender e visualizar o atual, o corrente, o tradicional e o rotineiro passiveis de sofrerem mudanças de melhoria.   

O que fundamenta a inovação não é a atual tecnologia, mas sim as pessoas. O grande diferencial que irá permitir às empresas sobressaírem na década da inovação será os seus talentos humanos. Desta forma a próxima era de competitividade será aquela na qual o desenvolvimento do Capital Humano terá uma importância maior do que tem hoje.  

 É preciso investir em pessoas, peças fundamentais que participam de todas as etapas para desenvolver e desbravar novos rumos", por isso faz-se necessário que as organizações desenvolvam um ambiente que estimule a criatividade e consiga dar condições para a motivação dos seus funcionários.  

Em organizações com uma hierarquia rígida, as pessoas acabam tendo medo de assumir riscos, porém em organizações onde a hierarquia é liberal pode gerar um P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) sem objetivo. Desta forma, entende-se que para ocorrer a inovação é necessário um equilíbrio entre hierarquia e independência. 

As inovações podem ser classificadas conforme perspectivas e necessidades de cada usuário, sendo que conhecer tais classificações se torna importante para empresas que buscam vantagem competitiva, utilizando-se a própria inovação como uma de suas estratégias. Mattos e Guimarães (2005) classificam as inovações como:  

incremental: acontece quando são feitas pequenas melhorias em um produto ou nos processos empregados na fabricação, onde essas mudanças geralmente aperfeiçoam o desempenho funcional do produto, reduzem seus custos ou aumentam a eficiência e qualidade dos respectivos processos de produção;  

radical: acontece quando são feitos grandes melhorias em um produto. Essas mudanças frequentemente fazem com que os princípios de funcionamento do produto ou dos processos de produção sejam alterados, envolvendo um nova tecnologia que torna obsoleta a que era anteriormente empregada e, às vezes exige desenvolvimento de novos canais de marketing;
  
fundamental: ocorre quando o impacto da inovação for de tal natureza que possibilita o desenvolvimento de muitas outras inovações.  

Segundo Mattos e Guimarães (2005), as inovações citadas acima auxiliam o desenvolvimento e criação de três tipos de inovação:  

Inovação de produto: resulta em produto novo ou melhorado;  

Inovação de processo: acontece quando os processos de produção são alterados de forma que reduza os custos ou melhore a qualidade de um produto existente, ou quando são especificamente desenvolvidos novos processos para produzir um produto novo ou melhorado;  

Inovação de serviço: acontece quando são desenvolvidos novos modos de prestação de serviços (MATTOS; GUIMARÃES, 2005).

Nada mais apropriado, se tratando de inovação, em relatar sobre a Google, onde a combinação de inovação, tecnologia pura, relação íntima com os consumidores, rapidez, informalidade, reputação e crescimento meteórico baseado na conquista das melhores cabeças espalhadas pelo mundo transformou esta empresa no símbolo do que é a Empresa do século 21.  Para sobreviver no mercado as organizações, a exemplo das grandes empresas de tecnologia, hoje precisam investir em pessoas. Cada dia as organizações necessitam mais de criatividade e ideias. Essa criatividade só se encontra em seres humanos. Os colaboradores são o patrimônio intelectual das organizações.


HASHIMOTO, Marcos. Espirito empreendedor nas organizações: aumentado a competitividade através do intra-empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2006.

MATTOS, João Roberto L. de; GUIMARÃES, Leonam dos S. Gestão da tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005. 

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0 Como a tecnologia ajudou a Alemanha ser campeã do mundo

06 agosto 2014 Marcadores: , ,
(Interface do software de gerenciamento Match Insights. Clique para ampliar)
A SAP, empresa alemã de tecnologia, que desenvolve softwares para administração de empresas foi uma das grandes responsáveis pelo sucesso da seleção alemã de futebol na Copa do Mundo realizada no Brasil. A empresa desenvolveu um programa, chamado de Match Insights. 

No início de 2000, Dietmar Hopp, o milionário sócio da SAP, uma das maiores empresas de software do mundo, assumiu como sócio do pequeno TSG 1899 Hoffenheim, clube da quinta divisão alemã. Quando adolescente, Hopp jogara nas divisões de base do time. Por trás da história espetacular da ascensão do clube à primeira divisão está, também a história do tetracampeonato alemão no Maracanã. 

O programa armazena imagens da movimentação dos jogadores dentro de uma campo de treinamento através de modernas câmeras. Essas imagens são enviadas para um computador que analisa os dados. É possível observar falhas de posicionamento, marcação, e até pequenos erros de movimentos.

O campo de treino do 1899 Hoffenheim é um parque tecnológico. Em todos os pontos do gramado há câmeras e sensores. Quando vão ao campo, os jogadores carregam sensores também em suas meias. Nenhum movimento passa sem análise. E nenhuma tecnologia deixa de ser testada. Com um Google Glass, o técnico analisa em tempo real dados sobre como se movem seus homens. Com um iPad, é capaz de explicar o que deseja deles. Tudo isso contribuiu para o time subir da quinta divisão para a primeira divisão alemã, e hoje é considerado um time duro de se bater, pelo seu posicionamento em campo, não deixando espaços para os seus adversários.

Com o Match Insights, analisando o movimento dos jogadores alemães em campo, a equipe técnica foi capaz de perceber micromovimentos que poderiam ser aperfeiçoados. Os melhores cronistas logo observaram: os alemães juntaram o estilo de toque de bola do “tiki-taka” espanhol com sua eficiência germânica. Entre a posse de bola e o passe, o tempo foi reduzido de 3,4 para 1,1 segundos. Abaixo, um vídeo da Federação da Alemanha de Futebol, mostrando o programa em funcionamento.



Não é só para aperfeiçoar seu próprio time que serve o programa. Cada equipe que enfrentou os alemães foi cuidadosamente analisada para identificar, sempre, os espaços desguarnecidos. Enquanto os jogadores brasileiros ouviam discursos motivacionais, os alemães viam na tela um mapa com os buracos deixados pelo oponente. Os alemães usam softwares, a tecnologia a seu favor, contam com uma grande equipe de marketing, de apoio. pensam a longo prazo, trabalham com projetos. Enquanto isso, no Brasil, nos resta a emoção do hino a capella. [SAP] [O Globo]

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0 Porque é importante um país ter uma economia aberta

14 julho 2014 Marcadores: , ,
"Quando uma pessoa ou uma empresa gastam mais do que ganham elas vão à falência. Quando um governo gasta mais do que ganha ele te manda a conta." Ronald Reagan

Houve uma época em que o povo da Índia tinha de entrar em uma lista de espera para conseguir comprar o carro Ambassador, que era fabricado pela Hindustan Motors e que era uma mera e óbvia cópia do sedã britânico Morris Oxford de algumas décadas anteriores. 
O motivo para essa lista de espera era simples: o governo indiano não permitia a importação de carros estrangeiros, pois queria evitar a concorrência e, com isso, "proteger e estimular" a indústria nacional.
O fato de que o Ambassador era uma mera cópia não é nenhum motivo de condenação.  A primeira câmera Nikon era uma óbvia cópia de uma câmera alemã chamada Contax, e a primeira Canon era uma óbvia cópia da também alemã Leica. A diferença é que, ao longo dos anos, Nikons e Canons foram se aperfeiçoando até se tornarem o estado da arte, tanto durante a era do filme quanto na atual era digital.
O mesmo não ocorreu com o Ambassador.  O carro se tornou famoso por sua péssima dirigibilidade, pelo seu baixo desempenho e pelo seu pobre acabamento.  Porém, dado que ele era a única opção em toda a Índia, as pessoas não tinham alternativa a não ser entrar em uma lista de espera que durava meses — em alguns casos, anos.
Em comparação, Nikon e Canon já surgiram sendo reconhecidas como produtos de qualidade, e foram melhorando ainda mais à medida que as empresas que as produziam iam adquirindo mais prática e mais experiência.  Operando em um mercado internacional altamente competitivo e exigente, elas não tinham escolha: ou se aperfeiçoavam ou desapareciam.
Por outro lado, o Hindustan Ambassador não tinha esse problema da concorrência, pois ele usufruía uma total reserva de mercado imposta pelo governo.  Quem tinha problemas era quem comprava um Ambassador.
No final do século XX, a Índia começou a flexibilizar algumas de suas rígidas regras e regulações que vinham estrangulando as empresas indianas.  Embora a Índia ainda esteja bem longe de um livre mercado, o simples fato de relaxar algumas de suas restrições econômicas foi o suficiente para promover uma alta taxa de crescimento e uma substancial redução em sua alarmante pobreza.
O governo indiano até mesmo permitiu que uma fábrica automotiva japonesa se instalasse na Índia e fabricasse ali seus carros.  Isso resultou em um carro chamado Maruti, cujas vendas rapidamente dispararam e levaram o carro ao topo da lista dos mais vendidos, fazendo com que ele se tornasse o carro mais popular da Índia.  Mas o evento mais notável foi este: a concorrência do Maruti levou a vários aprimoramentos no Ambassador.  Uma revista especializada britânica disse que o Ambassador agora tinha uma "aceleração perceptível".
Agora que havia concorrência, a revista britânica The Economist anunciou que "os Marutis também estão sendo aprimorados, já se antecipando à futura entrada de novos concorrentes em decorrência uma nova rodada de abertura comercial".
Talvez o último capítulo da história do Ambassador esteja sendo escrita neste momento: a Hindustan Motors anunciou recentemente que estava fechando — indefinidamente — a fábrica onde o Ambassador era construído. De acordo com o The Wall Street Journal, "a empresa citou a baixa produtividade, 'uma crítica escassez de fundos', e uma baixa demanda por seu produto principal, o Ambassador".
Após essa pequena história, faça um rápido exercício mental: qual empresa do seu país se parece com a Hindustan Motors?
Pense em todas aquelas empresas (privadas ou estatais) que usufruem um quase-monopólio de sua área em decorrência de tarifas de importações proibitivas e de o mercado ser regulado por agências reguladoras. Fabricantes de automóveis, empresas de telefonia, empresas aéreas, empresas de TV a cabo, empresas de eletricidade, bancos etc. Os serviços delas são bons?
E quanto aos Correios, cujo monopólio é o mais explícito e mais protegido?
Ironicamente, a Índia privatizou parcialmente seus Correios ao permitir que empresas privadas também entregassem correspondências e outros pacotes.  Consequentemente, as entregas do correio estatal caíram de 16 bilhões para menos de 8 bilhões em apenas seis anos, ao mesmo tempo em que a população da Índia continuou crescendo a altas taxas.
Sempre será possível manter uma empresa velha, pesada e ineficiente funcionando — basta o governo despejar nela quantias ilimitadas de dinheiro confiscado dos pagadores de impostos [como ocorre com os Correios e com a Eletrobras], ou protegê-la da concorrência de estrangeiros via regulações [como ocorre com todas as outras empresas que são reguladas por agências reguladoras] ou via tarifas de importação.
A Hindustan Motors teve de fechar suas portas porque o dinheiro acabou e porque os concorrentes se mostraram superiores e mais bem preparados para atender aos desejos dos consumidores indianos. Por quanto tempo ainda teremos de manter nossas próprias versões do Hindustan Ambassador respirando por aparelhos à custa dos pagadores de impostos e dos consumidores cativos que não têm a liberdade de decidir de quais empresas irão comprar seus produtos?



Thomas Sowell, um dos mais influentes economistas americanos, é membro sênior da Hoover Institution da Universidade de Stanford. 
Seu website: www.tsowell.com.
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0 6 dicas para transformar seus clientes em fãs

22 junho 2014 Marcadores: , ,

O sucesso é algo certo para uma companhia que transforma seus clientes em fãs, ou seja, em seguidores fieis, segundo Marcelo Cristiano Gonçalves, sócio-diretor da Marka – A Venda Inteligente. "Bandas têm fãs, artistas têm fãs, times e esportistas têm fãs. Fãs defendem e promovem seus ídolos e nunca o abandonam. Então, imagine o que acontece quando uma empresa ganha fãs...”, afirma.
Segundo uma pesquisa da US News And World Report, organização norte-americana que estuda o comportamento dos consumidores, cerca de 68% dos clientes não voltam à empresa ou não continuam a comprar determinado produto ou serviço por conta do péssimo atendimento do pessoal e pela má qualidade dos serviços prestados. De fato, o atendimento aos clientes é de suma importância para todas as organizações. A pergunta que fica é a seguinte: como você tem trabalhado o atendimento em sua empresa? Seus funcionários estão treinados e motivados para oferecer o melhor aos seus clientes? Seus clientes falam bem de sua empresa?
Fã e cliente – A primeira diferença é que clientes são racionais, enquanto fãs agem, muitas vezes, movidos pela emoção. “Para quem é fã de uma marca, o preço não é o fator mais relevante para definir uma compra. Fãs de uma empresa compram por causa do sentimento e do laço afetivo, da identificação que têm com uma marca”, explica o especialista. Por isso, é mais fácil convencer um fã a comprar do que um cliente – pois este depende de fatores racionais para decidir-se.



Outra diferença importante é o nível de interação com a marca. “Cliente não reclama quando há algo errado. Ele simplesmente deixa de comprar”, sentencia Gonçalves. Por isso, ao angariar fãs, as empresas ganham a chance de ter pessoas fazendo críticas construtivas à sua marca, sem abandoná-la na primeira vez em que houver algo errado. Assim, ganha-se tempo para corrigir o erro, melhorar os produtos e serviços e conquistar mais clientes, proporcionando ao fã a oportunidade de continuar recomendando sua marca – algo que clientes nem sempre fazem.


Para o especialista, há ainda uma terceira diferença: o tíquete médio. Um fã gasta mais que um simples cliente. “Eles são a minoria, mas têm alto poder de consumo. São 20% dos clientes que correspondem a 80% do faturamento da empresa”, avalia Gonçalves. Por isso, é fundamental tratá-los bem e mantê-los junto à empresa, para que ela continue crescendo de maneira saudável. A seguir, Marcelo Gonçalves dá seis dicas para cultivar os fãs em qualquer empresa:

Dica 1: Cadastre todos os clientes 

Treine seus funcionários para cadastrar todos os clientes e associar todas as vendas ao cadastro dos clientes. “Com isto, ficará fácil você saber quais são os 20% dos clientes que mais gastam em sua empresa.”, ensina Gonçalves. 

Dica 2: Esteja próximo de seus fãs

Pesquisas, eventos (como cafés da manhã), uso dos recursos do sistema CRM: ferramentas não faltam para aproximar as marcas de seus fãs. Um exemplo é configurar o sistema para que ele avise sempre que um fã estiver realizando uma compra. Assim, cada vez que isso acontecer, um funcionário da empresa deve estar preparado para atender, entender e perceber características e necessidades destes clientes. “Aprenda, aprenda, aprenda com seus fãs. Prepare sua empresa para atender cada vez melhor este pequeno publico que corresponde à maior parte do faturamento”, incentiva Gonçalves.

Dica 3: Pare de dar um bom atendimento

O especialista defende que “bom atendimento” qualquer empresa pode dar, até mesmo a concorrente, já que é isso que qualquer cliente espera. “Clientes fãs não querem simplesmente ser atendidos, eles querem se relacionar com a empresa. Eles querem produtos que atendam ao seu estilo de vida, querem ser surpreendidos, querem ser tratados como únicos e perceber que a marca tem intimidade com seus anseios”, destaca o especialista. Por isso, defende, o ideal é ter um padrão de relacionamento com o cliente.

Dica 4: Envolva sua equipe 

Todos os funcionários devem fazer parte do processo de criar e manter fãs para sua empresa. Por isso, é preciso, frequentemente, discutir alguns pontos importantes, como o que fazer para incentivar o cliente a voltar na próxima vez; de que maneira transformar sua empresa na primeira opção de compra de um consumidor; e como aumentar o número de clientes fãs da empresa.

“Lembre-se: Compartilhamento gera comprometimento. Mais importante do que ficar somente treinando os funcionários é criar um ambiente colaborativo, onde todos se sintam engajados e comprometidos em fazer o cliente voltar na próxima vez e nas demais, até que se torne um fã incondicional da sua empresa”, avalia Gonçalves.

Dica 5: Mantenha o foco no cliente, não no concorrente 

 É inevitável que, quando uma empresa cresce, o dono não esteja mais tão envolvido no dia a dia operacional, e afaste-se do contato direto com os clientes. “É justamente nesta fase que as empresas passam a ter mais foco no concorrente do que nos clientes e começam a ter maiores dificuldades para o crescimento”, alerta Gonçalves. Por isso, aconselha, é preciso criar estratégias para que o negócio volte a ter o foco no cliente. Assim, estando próximo dos clientes e dos fãs, os resultados podem ser surpreendentes.

Dica 6: Mexa-se 

Para que uma empresa conquiste fãs, ela precisa se diferenciar. “E, para diferenciar-se, é fundamental estar aberto em melhorar os processos a todo tempo e a todo momento”, sugere o especialista. [Administradores] [US News And World Report]
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0 Campanha de conscientização da Volkswagen faz sucesso no cinema

10 junho 2014 Marcadores: , ,

“O uso de celular é atualmente a principal causa de morte atrás do volante."

Na tela grande do cinema, um comercial mostra, do ponto de vista do motorista, uma viagem de carro numa estrada vazia e arborizada. Ao som de música relaxante, a plateia é exposta a alguns segundos de tranquilidade. 

Tudo muda quando um dispositivo instalado na sala de cinema faz todos celulares do local receberem um SMS simultaneamente.Um lembrete para manter os olhos na rodovia”, diz o texto na tela. 


Por reflexo, a maior parte do público desvia o olho para suas telas - mesmo erro do motorista que acaba batendo forte e sofrendo um acidente grave. A campanha mostra então sua verdadeira intenção nos segundos finais: “O uso de celular é atualmente a principal causa de morte atrás do volante." 
A criação é da agência Ogilvy Beijing, da China, para a marca Volkswagen. Confira no vídeo abaixo:


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0 11 minutos: Esse é o tempo para se abrir uma empresa no Chile

01 junho 2014 Marcadores: , ,
Santiago, capital do Chile

O que você conseguiria fazer em 11 minutinhos? É mesmo muito pouco tempo, não é? E se eu te disser que nesse curto espaço de tempo você poderia abrir uma empresa e empregar várias pessoas? 

Apenas 11 minutos. É esse o tempo que o empresário chileno leva para preencher um formulário eletrônico, incluir a sua assinatura digital e a de seus sócios e abrir uma empresa. Porém, se o empresário estiver em um ramo de negócios informais levaria 24 horas, no máximo, o que ainda é pouco, ainda mais comparando com o Brasil.

No Chile, cerca de 40.000 empresas surgiram só nos primeiros meses desse ano. Houve um aumento de 35% em relação ao período janeiro-abril do ano passado. E o custo para entrar no jogo do capitalismo chileno? Zero. Não há taxas para a abertura de empresas no Chile.

Agora vamos falar da terra tupiniquim. Enquanto isso no Brasil, as normas burocráticas para novos negócios reunidas, dariam um livro de 112 milhões de páginas impressas. Na melhor das hipóteses abrir uma empresa no Brasil são necessários, em média, 25 dias. Se for subsidiária ou filial, o tempo necessário é de mais de 60 dias. O custo é variável, proporcional ao tempo da burocracia, ao porte do estabelecimento e ao número de certidões requeridas.


No Brasil a teia de normas burocrática juntas, comporiam um livro de 112 milhões de páginas impressas em papel A4 e com letra Arial 12. Dispostas em fila, seriam suficientes para cobrir o país, na extensão de uma linha reta do Oiapoque, no Amapá, ao Chuí, no Rio Grande do Sul — calcula o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

No Chile, antes de 2009, eram necessários 29 dias para se abrir um negócio. Mas com as reformas na burocracia no governo de Sebastián Piñera o tempo foi reduzido para sete dias. De lá pra cá as reformas se intensificaram privilegiando o empreendedorismo e beneficiando toda a população. Desde o iiício da reforma já foi criado mais de 690 mil novos empregos conforme a Secretaria Geral da Presidência do Chile. Criou cerca de 100 mil empregos a mais que o Brasil, nesse período. Outro aspecto importante é que a média salarial das pequenas e médias empresas no Chile vem crescendo na média de 7,1% ao ano.

Além do uso do ambiente digital, que é mais prático organizado, é possível não apenas constituir empresas, mas também realizar outros processos como fusão, divisão ou é possível até mesmo dissolver pessoas jurídicas. Rápido o suficiente para permitir a operação plena no dia seguinte. E sem custo, é claro.

Não é a toa que o Conselho de Ministros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento decidiu escolher o Chile e mais 35 países, incluindo Israel para se juntar à OCDE. Os novos membros passam da condiçõe de economias emergentes para a de países desenvolvidos, com a maior acesso a recursos e fundos de investimentos.


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0 Estrada Solar: tecnologia sensacional

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Já imaginou se em vez de asfalto as estradas fossem pavimentadas com painéis solares? Já imaginou que as estradas poderiam servir para captar energia solar? 

Com uma rede rodoviária de cerca de 1,8 milhões de quilômetros, sendo 96.353 km de rodovias pavimentadas (2004), as estradas são as principais transportadoras de carga e de passageiros no tráfego brasileiro. Já nos EUA existem cerca de 6 348 227 quilômetros de rodovias sendo 3 732 757 quilômetros (incluindo 88 727 quilômetros de vias expressas)  de rodovias pavimentadas e um total de 2 615 470 quilômetros de rodovias não-pavimentadas. Mas e se além de transporte de cargas e pessoas as estradas pudessem também serem úteis na geração de energia? 

O americano Scott Brusaw pensou nisso e propôs a ideia do "Solar Roadways" (estradas solares) que utiliza painéis fabricados com um material de alta resistência para suportar o peso dos veículos que trafegam o dia todo e ao mesmo tempo aproveitar para captar energia solar e transformá-la em eletricidade. 


Tal energia seria utilizada também para “alimentar” a estrada, a qual teria toda sua sinalização feita através de avisos luminosos.  Sendo assim, não seriam mais necessárias pinturas no chão para indicar os alertas sobre as limitações de trânsito na estrada, como: “Reduza a velocidade”.

A pavimentação modular é feita com painéis solares hexagonais, resistentes o bastante para suportarem o tráfego das estradas. Por toda a eficiência, ele também pode ser usado em estacionamentos, calçadas, ciclovias e qualquer outra superfície onde normalmente seriam instalados concreto, asfalto ou paralelepípedo. A pista do futuro é equipada com canais para a saída das águas pluviais. Por ser modular, as unidades danificadas podem ser facilmente substituídas, reduzindo o tempo de obras e os gastos.

Foto: Home of Solar Roadways Graphic por Katherine Simons 

Foto: Home of Solar Roadways Graphic por Sam Cornett 





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