0 Os perigos de não registrar um funcionário
10 novembro 2013
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Se uma empresa possui empregados, tem a obrigação de registrá-los conforme dita a Lei, sob pena de ser compelido a pagar uma multa equivalente a trinta vezes o valor de referência regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.
Esse risco aumenta ainda mais em caso de reclamação trabalhista, pois além da multa, há casos em que até indenizações acabam fazendo parte da condenação da empresa. Caso o empregador não tenha pagado ou recolhido o INSS e o FGTS, deverá fazê-lo de uma única vez, acrescido de multa.
Segundo o artigo 41 da Consolidação das Leis do Trabalho, “Em todas as atividades será obrigatório para o empregador o registro dos respectivos trabalhadores, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho.”.
No varejo, a informalidade ainda é bastante comum, mesmo que por períodos curtos. Há empresários que deixam de registrar empregados em períodos de experiência, grande parte porque o empregado está em treinamento e pode ser dispensado em questão de dias. Mesmo nesses casos, é necessário realizar o registro em até 48 horas da contratação.
Empregados temporários também devem ser registrados, porém, sua relação se dá diretamente com a empresa de trabalho temporário, a qual cede essa mão-de-obra para uma terceira empresa, que é quem deve comprovar a necessidade desse trabalhador temporário. As penalidades para infração à norma em relação ao registro desse tipo de empregado são as mesmas de um trabalhador efetivo.
Em suma, toda e qualquer relação de uma empresa com um empregado, deve ser acompanhada de formalidades contratuais, sem as quais ambas as partes – empregado e empregador - ficam desprotegidas.
Texto de Thais Mayumi Kurita, sócia do escritório KBM Advogados e especialista em direito societário e cível
0 Como lidar com mudanças
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| "Mudança à frente" |
Mudanças repentinas são uns dos fatores que gera grandes conflitos nas organizações, muitas vezes são pessoas mais velhas na empresa criam resistência quando há mudanças, não abrem a mente para o novo. Muitos deles sente-se inseguros, com medo de não adaptar-se ou de fazer algo diferente do que sempre fez.
Algumas pessoas tem medo do novo se sentem prejudicados quando ocorre mudanças na empresa, quando muda sistema muitos conseguem se adaptar acham ótimo outros só reclamam.
Para isso é preciso muito dialogo do líder, compreensão e treinamento, precisa mostrar que será para melhor para bem estar de todos , mas se mesmo assim o colaborador não se adaptar as mudanças usa-se os três “t” treina,treina e troca, sim, será necessário os desligamento desse colaborador.
Umas melhores dicas são:
- Esteja aberto ao novo;
- Pergunte para seu líder o que será mudado, porque, qual benefício trará para todos;
- Procure se interessar mais pela mudança, estude, pesquise;
- Interagir mais com os colegas;
- Encare com bom humor e otimismo.
Encarrar mudanças é necessário para nosso crescimento pessoal e profissional e preciso mudar para conhecer novo e adquirir novos conhecimentos que serão levados conosco o resta da vida. Faz parte da vida!
0 A principal ferramenta para ajudar na gestão de uma empresa
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Nos últimos anos, muitas ferramentas de gestão se tornaram corriqueiras no cotidiano das pequenas e médias empresas. Elas podem ajudar - e muito - o líder a entender melhor tanto a própria empresa quanto o mercado em que atua, o que propiciará uma definição muito mais realista sobre os resultados que queira atingir, bem como se planejar melhor para o futuro.
Existem dezenas de teorias, mas muitas são de difícil aplicação ou não passam de modismos que duram pouco. Comentarei a seguir uma ferramenta que é usada há anos em empresas de grande porte, com muito sucesso, e que pode ser perfeitamente adaptada aos pequenos e médios negócios, a análise SWOT.
A ferramenta é indicada para aprofundar o conhecimento do negócio em quatro grandes dimensões. Aqui, o ponto chave é ser absolutamente realista, pois de nada adiantaria uma análise irrealisticamente otimista ou pessimista.
1. Strengths
Quais são os pontos fortes da sua empresa? Tem a ver com os diferenciais que poucos têm ou atividades que dão lucro ou atraem clientes. Pode ser um produto especial, equipe qualificada ou um modelo de distribuição inovador, por exemplo.
2. Weaknesses
Quais são os pontos fracos do seu negócio? São aquelas áreas em que há deficiências que causam problemas ou prejuízos constantes. Pode ser, por exemplo, um produto ultrapassado, alta rotatividade de pessoal ou pouca capacidade de investimento.
3. Opportunities
Quais as oportunidades que você teria para aprimorar seu negócio? Isso tem relação com as chances que poucos concorrentes conseguem aproveitar de imediato. São situações como a saída de um concorrente importante ou interesse de investidores em seu segmento de mercado.
4. Threats
São as ameaças graves à continuidade de seu negócio. Pode ser a entrada de um concorrente poderoso no mercado, a criação de um novo produto que você não tenha acesso ou a descoberta de uma nova tecnologia que mude as regras atuais ou ainda um aumento de custos que você não consiga acompanhar.
Normalmente, os pontos fortes e fracos estão dentro da própria empresa, enquanto as oportunidades e as ameaças são situações de mercado que não dependem, em princípio, de sua atuação. Se feita com critério e profundidade, a análise SWOT, além de custar muito pouco, lhe dará informações valiosas para planejar ações que aumentem as chances de sucesso da sua empresa.
0 Como fazer sua empresa se destacar no mercado
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O pequeno varejo vem conquistando a confiança dos consumidores e conseguindo melhores margens de lucro. Por isso, as pequenas empresas precisam se manter sempre em movimento, buscando transformações e melhorias. Assim, conseguem definir seu papel e enxergar oportunidades.
Para capturar estas oportunidades, entra em cena o trade marketing com estratégias e ações direcionadas. Apesar de exigir algum investimento, é possível, sem gastar nada, ter uma cultura baseada nisto, ou seja, trabalhar os quatro pilares básicos de trade marketing.
Sortimento: um sortimento diferenciado de produtos é fundamental para a percepção de exclusividade, o que motiva clientes a escolherem um ponto de venda. Considere a quantidade de itens que estão disponíveis na loja, para que haja uma maior rentabilidade e maior aproveitamento das categorias que podem gerar lucro. A gestão por sortimento evita prejuízos com estoques excessivos ou falta de produtos.
Visibilidade: sortimento certo e exposto no lugar certo. Se o cliente não encontra o produto que deseja ele pode substituí-lo por outra marca, comprar em outro estabelecimento, adiar a compra ou simplesmente não comprar. Para que isso não aconteça, deve-se determinar um espaço maior nas prateleiras para os produtos de maior giro.
Para isso é fundamental entender o fluxo dos clientes dentro da loja. Pois é preciso haver uma aplicação de um fluxo racional que faça com que as categorias estejam dispostas de forma complementar, influenciando o cliente nas decisões que toma dentro do ponto de venda.
A disposição dos produtos de uma categoria na gôndola não é um processo aleatório, é feito por meio do gerenciamento que propõe um planograma, que nada mais é do que um esquema de como o produto será exposto.
Preço: no pequeno varejo a estratégia de precificação influencia não só a geração de receita, mas também como o cliente entenderá o posicionamento do ponto de venda.
Em geral, os cientes decidirão por compras mais econômicas. É fundamental que o varejista compreenda as diferentes formas de se posicionar estrategicamente em relação ao preço, adicionando produtos de maior valor agregado ao sortimento.
Uma boa estratégia é trabalhar com três faixas de preços de produto: marca líder, uma marca intermediária e uma terceira marca preço para que se possa atingir todo público da loja.
Promoção: atualmente o composto promocional do pequeno varejo passa por um planejamento mais amplo, com base em estudos da necessidade dos clientes e dos objetivos da promoção.
Trabalhar fortemente as demandas sazonais, aproveitar o calendário promocional ou ainda o cross merchandising é um dos maiores alavancadores de vendas por impulso.
Texto de Christian Manduca, professor de Marketing do Ibmec/MG, com mais de 15 anos de experiência na área.
0 8 fatores que definem a prosperidade de um país
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Não é o crescimento do PIB que, por si só, definirá o quanto um país está prosperando. Olhar isoladamente para um aumento da renda per capita ou do consumo também não abarca o conceito de prosperidade.
É preciso olhar para esses e outros fatores.
Educação e saúde, por exemplo, estão intimamente ligados à prosperidade de um país. Eleições democráticas e garantia dos direitos fundamentais do indivíduo também.
O Legatum Institute, com essa ideia, divulgou o seu ranking de prosperidade de 2013, analisando os dados de 142 países - contemplando 96% da população mundial. A Noruega foi considerada a mais próspera pelo quinto ano seguido. Já o Chade, na África, amargou a última posição em 2013.
Oito indicadores foram fundamentais para definir, afinal, o que é prosperidade e qual nação está nesse caminho:
1. Economia
Política macroeconômica, a satisfação e expectativa com a economia, o crescimento econômico e a eficiência do setor financeiro
2. Empreendedorismo e oportunidade
O ambiente empresarial do país, a promoção de atividades inovadoras e constantes oportunidades disponíveis
3. Governança
A presença de um governo eficaz e responsável, eleições justas, participação política dos cidadãos e um Estado de Direito
5. Saúde
Presença de cuidados básicos de saúde, infraestrutura de hospitais e serviços e presença da medicina preventiva
6. Proteção e Segurança
O nível de segurança nacional e de segurança pessoal
7. Liberdade Individual
A capacidade do país de garantir as liberdades individuais e promover a tolerância
8. Capital social
A coesão e engajamento da sociedade e a força das relações familiares e sociais
0 Como saber o momento certo de expandir a sua empresa
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Sem querer ser muito generalista, mas já sendo, existem dois grandes tipos de empreendedores: os que querem apenas garantir o sustento da sua família e os que querem mudar o mundo.
Na prática, não existe um tipo melhor que o outro, vai muito do perfil de cada um. Enquanto empreendedores visionários criam grandes inovações, os chamados “empreendedores de estilo de vida” são responsáveis diretos pelo desenvolvimento de suas regiões.
Porém, apesar do objetivo final ser bastante diferente, esses dois tipos possuem uma característica em comum: ambos precisam tomar muito cuidado para não darem um passo maior que a perna.
No caso de empreendedores visionários, normalmente o projeto é tão grande que atrai investidores, dispostos a dividir o risco do empreendimento. Por um lado, os investidores reduzem consideravelmente o risco pessoal do empreendedor, por outro a pressão por resultados e crescimento é muito maior.
Pelo lado dos empreendedores de estilo de vida, não há tanta cobrança por um crescimento tão acelerado. Em compensação, a cada nova expansão o empreendedor arrisca diretamente seu patrimônio e, consequentemente, o bem estar da sua família.
Ou seja, nos dois casos é fundamental fazer um excelente planejamento antes de fazer investimentos muito pesados na empresa. Em termos gerais, investir no crescimento da empresa significa aumentar o orçamento de marketing, contratar e treinar mais pessoas, aumentar o espaço físico da empresa e comprar novos equipamentos.
Todo esse investimento só é válido em uma situação: contribuir diretamente para o aumento da receita, seja através de um maior número de clientes ou da entrega de mais serviços para os mesmos clientes.
O grande ponto é que toda vez que falamos sobre aumento de receita, existe uma pergunta fundamental que precisa ser feita antes de investir em estrutura que suporte esse crescimento: existe demanda para isso?
É justamente aí que empreendedores erram, ao fazer investimentos prevendo uma grande demanda que depois fica provada que não era tão grande assim. Por isso, a questão mais importante para o empreendedor que está pensando em investir no crescimento é começar pequeno, testar aos poucos a demanda e só então, quando comprovada, aumentar a quantidade de capital investido.
Se você quer crescer, primeiro bote o pé no água para ver se ela está morna, só depois faça o seu mergulho.
Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
0 Os 10 maiores negócios fechados no 1º semestre no Brasil
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O número de fusões e aquisições foi 51% menor nos seis primeiros meses do ano na comparação com 2012. No período, 54 negócios foram fechados, movimentando 43 bilhões de reais, segundo relatório da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).
O volume é 32,4% menor em relação ao mesmo período do ano passado e o mais baixo desde 2008. Veja grandes aquisições e fusões do período do primeiro semestre de 2013:
O setor de alimentos e bebidas liderou os negócios no período e representou 17,4% do montante total negociado. A venda da Seara Alimentos para o JBS figurou como o principal aquisição do período, fechada por 5,9 bilhões de reais.
10. Parte dos ativos do Santander foram vendidos para Warburg Pincus e General Altantic
Operação movimentou R$ 1,1 bilhões
9. Venda de 70% do capital da Alphaville, da Gafisa, para os fundos Blackstone e Patria
Operação movimentou R$ 1,4 bilhões
8. Venda das plataformas BM-C-39 e 40, da OGX, para a Petronas
Operação movimentou R$ 1,7 bilhões
7. Aumento da participação da E.ON na MPX Energia
Operação movimentou R$ 2,8 bilhões
0 Dicas para ter um bom dia de trabalho
Se a primeira impressão é a que fica, a maneira como você inicia um novo dia de trabalho pode dar o tom de todo o resto do expediente. Basta uma irritação aqui por causa do trânsito e um erro ali ao delimitar as prioridades para que as horas seguintes fiquem prejudicadas.
1.Tome café da manhã
Um excelente expediente começa muito antes de você sair da sua casa. Rejeitar a “soneca” do celular, tomar a decisão de acordar disposto e de se arrumar são atitudes fundamentais para chegar bem ao ambiente de trabalho.
Deixar para comer no trabalho também não é a melhor opção, diz o especialista Artur Zular. “Com essa tal “Lei de Murphy”, ele pode não conseguir comer. E a pessoa passa a se portar como vítima, quando, na verdade, faltou planejamento”, afirma.
2.Chegue no horário (ou antes)
Pode parecer óbvio, mas muita gente se esquece desta premissa básica para o dia de trabalho. Quem chega atrasado, já chega “inadimplente”, brinca o doutor Zular. “O atraso gera uma condição psicológica desfavorável, você acaba se focando em questões não ligadas à carreira porque você está preocupado em se justificar”, diz Fernando Colella, da consultoria Café com Coaching.
Bem sabemos que imprevistos acontecem (é o trânsito que empaca, o ônibus que não passa ou o carro que não pega), mas é essencial se antecipar a cada um deles. Como? “Planeje chegar 15 minutos antes, aí você não precisará justificar nada, nem inventar”, afirma Zular. E se a disciplina é seu "calcanhar de Aquiles", veja neste vídeo como ser mais disciplinado.
0 Ranking das empresas mais reclamadas da semana
09 novembro 2013
Ranking da semana das empresas mais reclamadas no site Reclame Aqui mostra que as líderes de reclamações continuam sendo as empresas de telecomunicação e internet. Enquanto a Vivo continua soberana na 1ª colocação, a Tim que era a líder meses atrás cai para a 4ª colocação. Já a Samsumg, é a única do setor de eletroeletrônicos entre as 10 da lista.
0 Embraer surge como líder global do mercado de jato regional
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| E190-E2, da Embraer |
A Embraer SA, pioneira na construção de jatos regionais, está surgindo como líder global de um mercado que está encolhendo à medida que as companhias aéreas optam por aviões maiores.
A Bombardier Inc., concorrente da Embraer que começou a vender os aviões duas décadas atrás, está focando no desenvolvimento de um modelo maior para as operações principais com jato das transportadoras e não chegou a um acordo regional nos EUA neste ano. O novo lançamento da Mitsubishi Aircraft Corp. enfrenta um segundo atraso e não estará pronto até 2017.
O resultado é um cenário mais claro para a Embraer em meio a uma desaceleração dos pedidos por jatos regionais no setor para menos da metade do pico de 408, em 2007.
A Embraer, com sede em São José dos Campos, deve começar a embarcar modelos E2 atualizados em 2018, com uma tecnologia mais nova que a da Bombardier e uma herança que a Mitsubishi não pode igualar.
“Com o E2 proposto, a Embraer está mais próxima de ser a principal -- ou melhor, a dominante -- produtora de jatos regionais, porque a Mitsubishi está atrasada, atrasada, atrasada”, disse Cai Von Rumohr, analista da Cowen Securities LLC em Boston, por telefone.
Ele classifica os recibos de depósitos americanos da Embraer como “neutro” e não cobre a Mitsubishi ou a Bombardier.
A Embraer está se posicionando para sobreviver ao abalo com a atualização do E2, anunciada neste ano, que adiciona motores melhorados e um novo desenho de asa para seus E-jets.
FONTE: http://exame.abril.com.br
0 As 100 maiores empresas do Brasil em 2013
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Empresas
| Ranking | Empresa | Vendas líquidas (em US$ mil) | Lucro (em US$ mil) | Setor | Empregados |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Petrobras | 109.713.317 | 7.930.628 | Energia | 61.878 |
| 2 | BR Distribuidora | 39.024.536 | 907.888 | Atacado | 4.490 |
| 3 | Vale | 28.989.381 | 1.984.724 | Mineração | 52.379 |
| 4 | Ipiranga Produtos | 23.596.553 | 354.120 | Atacado | 2.222 |
| 5 | Volkswagen | 13.440.970 | NI | Autoindústria | 22.350 |
| 6 | Cargill | 11.914.854 | 187.105 | Bens de Consumo | 7.210 |
| 7 | Fiat | 11.708.782 | 589.757 | Autoindústria | 19.250 |
| 8 | Vivo | 11.484.417 | 2.161.051 | Telecomunicações | 12.999 |
| 9 | Raízen | 11.175.972 | NI | Atacado | NI |
| 10 | Bunge | 11.099.381 | 40.493 | Bens de Consumo | 6.689 |
| 11 | Braskem | 10.415.966 | -523.218 | Química e Petroquímica | 4.957 |
| 12 | Pão de Açúcar | 9.617.171 | 393.908 | Varejo | 60.923 |
| 13 | TIM | 9.096.032 | 752.808 | Telecomunicações | NI |
| 14 | JBS | 8.281.437 | 374.428 | Bens de Consumo | NI |
| 15 | Nova Casa Bahia | 8.015.157 | NI | Varejo | 55.794 |
| 16 | General Motors | 7.314.356 | NI | Autoindústria | NI |
| 17 | BRF | 7.193.845 | 10.439 | Bens de Consumo | 54.079 |
| 18 | Walmart | 7.193.207 | NI | Varejo | NI |
| 19 | E.C.T. | 7.052.055 | 450.096 | Serviços | 117.900 |
| 20 | Carrefour | 7.016.532 | NI | Varejo | NI |
| 21 | Ambev | 6.584.737 | 3.281.074 | Bens de Consumo | 18.911 |
| 22 | TAM | 6.511.745 | NI | Transporte | NI |
| 23 | Telefônica | 6.503.437 | 1.330.913 | Telecomunicações | 5.494 |
| 24 | ArcelorMittal Brasil | 6.448.569 | 48.507 | Siderurgia e Metalurgia | 8.406 |
| 25 | Telemar | 6.034.405 | 229.589 | Telecomunicações | NI |
| 26 | Atacadão | 5.805.044 | NI | Varejo | NI |
| 27 | Claro | 5.765.128 | -512.566 | Telecomunicações | NI |
| 28 | Usiminas | 5.761.845 | -551.432 | Siderurgia e Metalurgia | 13.814 |
| 29 | Cosan CL | 5.526.630 | NI | Atacado | NI |
| 30 | Oi - TNL PCS | 5.463.309 | 1.005.258 | Telecomunicações | NI |
| 31 | ADM | 5.440.035 | NI | Produção Agropecuária | 3.930 |
| 32 | Sabesp | 5.420.211 | 1.096.657 | Serviços | 15.019 |
| 33 | Samsung | 5.414.907 | NI | Eletroeletrônico | 10.309 |
| 34 | CRBS | 5.410.005 | 959.151 | Bens de Consumo | 9.006 |
| 35 | Ford | 5.406.263 | NI | Autoindústria | NI |
| 36 | CSN | 5.371.239 | -630.405 | Siderurgia e Metalurgia | 21.232 |
| 37 | Embraer | 5.164.097 | 324.189 | Autoindústria | 16.325 |
| 38 | Embratel | 5.113.550 | 262.077 | Telecomunicações | 7.540 |
| 39 | AES Eletropaulo | 5.027.268 | 96.209 | Energia | 5.872 |
| 40 | Mercedes-Benz | 4.889.555 | NI | Autoindústria | 14.300 |
| 41 | Copersucar-Cooperativa | 4.887.529 | -1.284 | Energia | NI |
| 42 | Renault | 4.822.683 | 194.740 | Autoindústria | 6.300 |
| 43 | Cemig Distribuição | 4.797.385 | 83.921 | Energia | 6.415 |
| 44 | Toyota | 4.770.628 | NI | Autoindústria | 5.228 |
| 45 | Globo | 4.757.670 | 1.102.327 | Comunicações | NI |
| 46 | Louis Dreyfus | 4.740.726 | -59.565 | Produção Agropecuária | 2.899 |
| 47 | Construtora Odebrecht | 4.696.447 | 279.615 | Indústria da Construção | 127.056 |
| 48 | Ale | 4.524.380 | 20.389 | Atacado | 1.159 |
| 49 | Gerdau Aços Longos | 4.156.256 | 224.942 | Siderurgia e Metalurgia | NI |
| 50 | Amil | 4.052.127 | 20.959 | Serviços | 19.160 |
| 51 | Eletrobras Furnas | 3.848.327 | -800.679 | Energia | 4.567 |
| 52 | Itaipu Binacional | 3.797.867 | NI | Energia | 3.458 |
| 53 | MAN Latin America | 3.736.430 | NI | Autoindústria | 1.825 |
| 54 | GOL | 3.623.382 | -624.433 | Transporte | 17.676 |
| 55 | Oi | 3.542.076 | -166.437 | Telecomunicações | 16.678 |
| 56 | Light Sesa | 3.529.289 | 179.539 | Energia | 3.955 |
| 57 | Lojas Americanas | 3.457.732 | 209.332 | Varejo | 17.180 |
| 58 | Unilever | 3.432.548 | NI | Bens de Consumo | NI |
| 59 | Coamo | 3.395.832 | 145.727 | Produção Agropecuária | 5.898 |
| 60 | Magazine Luiza | 3.391.875 | -17.649 | Varejo | 25.183 |
| 61 | Samarco | 3.306.189 | 1.260.703 | Mineração | 2.517 |
| 62 | Basf | 3.302.819 | 118.502 | Química e Petroquímica | 4.014 |
| 63 | CPFL Paulista | 3.290.205 | 262.113 | Energia | 2.899 |
| 64 | GE | 3.271.016 | NI | Eletroeletrônico | NI |
| 65 | Whirlpool | 3.199.179 | 239.358 | Eletroeletrônico | 18.335 |
| 66 | Honda Automóveis | 3.185.888 | NI | Autoindústria | 3.542 |
| 67 | Moto Honda | 3.172.971 | NI | Autoindústria | 10.903 |
| 68 | Natura | 3.154.454 | 397.547 | Bens de Consumo | 6.683 |
| 69 | Makro | 3.111.820 | 14.214 | Atacado | NI |
| 70 | Souza Cruz | 3.071.878 | 789.538 | Bens de Consumo | 7.400 |
| 71 | Chesf | 3.026.714 | -3.327.237 | Energia | 5.631 |
| 72 | Cencosud | 2.989.720 | -34.852 | Varejo | 34.712 |
| 73 | Copel | 2.974.288 | -93.334 | Energia | 7.169 |
| 74 | Coelba | 2.934.634 | 353.811 | Energia | 2.516 |
| 75 | Peugeot Citroën | 2.854.710 | NI | Autoindústria | 5.171 |
| 76 | Amaggi | 2.853.251 | 38.126 | Atacado | 1.065 |
| 77 | Votorantim Cimentos | 2.827.922 | 416.579 | Indústria da Construção | 7.711 |
| 78 | Bayer | 2.774.254 | 231.196 | Química e Petroquímica | 3.871 |
| 79 | Transpetro | 2.696.662 | 359.750 | Transporte | 11.030 |
| 80 | Heringer | 2.679.136 | -3.680 | Química e Petroquímica | 3.752 |
| 81 | Comgás | 2.665.032 | 219.978 | Energia | 1.041 |
| 82 | Raízen Energia | 2.649.757 | 115.281 | Energia | NI |
| 83 | CNH/ Case New Holland | 2.628.726 | 60.658 | Autoindústria | 4.736 |
| 84 | Gerdau Açominas | 2.603.710 | 82.741 | Siderurgia e Metalurgia | NI |
| 85 | Syngenta | 2.577.273 | NI | Química e Petroquímica | 1.803 |
| 86 | Tag | 2.565.325 | 780.654 | Transporte | 23 |
| 87 | Nextel | 2.549.897 | 187.776 | Telecomunicações | 6.450 |
| 88 | Cielo | 2.528.250 | 1.180.493 | Serviços | 892 |
| 89 | Suzano | 2.516.592 | 877 | Papel e Celulose | 6.232 |
| 90 | Ponto Frio | 2.478.936 | 75.059 | Varejo | 10.867 |
| 91 | Camargo Corrêa | 2.414.328 | 93.578 | Indústria da Construção | 17.203 |
| 92 | Bunge Fertilizantes | 2.398.281 | -450.712 | Química e Petroquímica | NI |
| 93 | P&G Industrial | 2.366.307 | NI | Bens de Consumo | 1.156 |
| 94 | Paranapanema | 2.356.508 | -144.471 | Siderurgia e Metalurgia | 2.225 |
| 95 | Cemig GT | 2.342.183 | 862.105 | Energia | 1.724 |
| 96 | Nestlé | 2.322.018 | NI | Bens de Consumo | NI |
| 97 | Marfrig | 2.292.167 | -262.514 | Bens de Consumo | 10.435 |
| 98 | Braskem Qpar | 2.280.640 | -116.343 | Química e Petroquímica | 952 |
| 99 | Eletronorte | 2.261.217 | -404.598 | Energia | 3.757 |
| 100 | B2W | 2.237.813 | -139.172 | Varejo | NI |
Fonte: Melhores e Maiores 2013
















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